A fase de instrução do processo conhecido como “Caso Pix” avançou mais uma etapa nesta quinta-feira (7), no Fórum Criminal de Salvador, marcada pelo silêncio dos réus após o juiz negar pedidos da defesa para adiar a audiência.
O caso envolve o jornalista Marcelo Castro e outros investigados apontados pelo Ministério Público como integrantes de um esquema de desvio de doações feitas por telespectadores em campanhas exibidas na TV.
🧾 Tentativas de adiamento foram rejeitadas
Durante a audiência, as defesas tentaram mais uma vez suspender ou adiar os trabalhos, alegando questões técnicas e necessidade de mais tempo para análise de provas.
No entanto, o pedido foi negado pelo juiz responsável, que considerou que o processo já vinha sofrendo sucessivos atrasos e precisava avançar.
🤐 Réus optam pelo silêncio
Com a decisão mantida, os acusados decidiram permanecer em silêncio durante os interrogatórios.
Segundo relatos da audiência, o comportamento dos réus foi marcado por postura contida, sem respostas às perguntas feitas no processo.
🔎 Acusações e investigação
O Ministério Público aponta que o grupo teria atuado desviando valores de doações feitas por telespectadores, utilizando intermediários e contas de terceiros para movimentar o dinheiro.
A investigação já dura mais de dois anos e envolve diversas vítimas que relatam não ter recebido os valores destinados às campanhas de ajuda.
⚖️ Próximos passos
Com o encerramento dessa etapa, o processo segue para a fase de alegações finais. Em seguida, o juiz deve analisar todo o conjunto de provas para proferir a sentença.
👉 O caso segue com forte repercussão na Bahia e deve ter novos desdobramentos nos próximos meses.
